tão brilhante, esplendido
de braços abertos
como asas angelicais
vindo do céu azul brilhante
estrela cintilante,
assim você me cobre com o seu amor
é assim que corroe a minha dor
De mãos abertas
eu não poderia recusar,
tua pele é imã
a profundidade do toque
é o abismo do fim do túnel
iluminando meu caminho
Meus olhos estavam manchados
aliados ao passado,
então me desprendo,
sigo meu caminho,
do rum embriagante
à taça transparente
sem a mancha escura
agora é a cor purpuraLevanto-me e conserto as peças
encaixo meu mundo
encaixoto as coisas velhas
já que é o coração quem diz
"Seja feliz"
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirQuerido parabéns pelos seus poemas que têm se tornado cada vez cardíacos e menos cerebrais!
ResponderExcluirGostei especialmente destes versos:
"Meus olhos estavam manchados
aliados ao passado,
então me desprendo,
sigo meu caminho,
do rum embriagante
à taça transparente
sem a mancha escura
agora é a cor purpura"
Seu caminho na poesia está cada vez mais claro e fluente!
Grande abraço!