9.3.14

Mérito

Adoro vê-lo assim 
tão brilhante, esplendido
de braços abertos 
como asas angelicais
vindo do céu azul brilhante
estrela cintilante,
assim você me cobre com o seu amor
é assim que corroe a minha dor 

De mãos abertas
eu não poderia recusar,
tua pele é imã
a profundidade do toque
é o abismo do fim do túnel
iluminando meu caminho

Meus olhos estavam manchados
aliados ao passado,
então me desprendo,
sigo meu caminho,
do rum embriagante
à taça transparente
sem a mancha escura 
agora é a cor purpura

Levanto-me e conserto as peças
encaixo meu mundo
encaixoto as coisas velhas
já que é o coração quem diz
"Seja feliz"

2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Querido parabéns pelos seus poemas que têm se tornado cada vez cardíacos e menos cerebrais!
    Gostei especialmente destes versos:

    "Meus olhos estavam manchados
    aliados ao passado,
    então me desprendo,
    sigo meu caminho,
    do rum embriagante
    à taça transparente
    sem a mancha escura
    agora é a cor purpura"

    Seu caminho na poesia está cada vez mais claro e fluente!
    Grande abraço!

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